Ana Virginia Kesselring, administradora de empresas por formação e professora por vocação, é um daqueles casos de empreendedores que mostram que conhecimento, disciplina e persistência fazem sucesso juntos. E uma das nossas escolas parceiras, a Bridge de Denver tem tudo a ver com sua história.

Proprietária da Virginia Language Center, escola no bairro de Pinheiros, em São Paulo, especializada em preparar executivos e alunos que pretendem estudar nos Estados Unidos, Virgínia conta que deu os primeiros passos no aprendizado de inglês na escola da Bridge, em Denver, no Colorado. “Quando tinha 16 anos fui estudar inglês nos Estados Unidos e acabei indo para a Bridge. Foram três meses intensos de estudo, preparando-me para o Toefl. Foi quando aprendi inglês mesmo”, diz.
Desde muito jovem, Virgínia tinha o sonho de ter o negócio próprio. Teve duas escolas de inglês. Em 2003 surgiu a Virginia Language Center, empreendimento de sucesso que conta hoje com cerca de 300 alunos. Em toda sua história já passaram mais de 5000 estudantes pela “mãos” da Virgínia, seja nas suas dependências ou nas aulas in company (foco da escola).
A empresária hoje tem uma visão otimista do mercado corporativo de capacitação de idiomas. Dominar o inglês não é mais um diferencial, mas sim uma obrigação. “O ensino de inglês vem avançando na classe C. Alunos da escola pública, que antes não tiveram a oportunidade de estudar o idioma hoje se vêem em cargos de gerência e coordenação com a necessidade de dominar a língua inglesa. Outros casos são aqueles que estudaram há algum tempo, mas precisam evoluir na proficiência”, avalia a educadora.
As pessoas precisam estudar sempre, principalmente quando o assunto é língua estrangeira. “Tem de ter persistência, dedicação, trabalho mesmo com menos tempo. As aulas via Skype, por exemplo, estão ganhando espaço, assim como as Redes Sociais. Hoje é possível manter amizades fora do Brasil. Além disso, há redes especializadas ao ensino de idiomas, troca de experiências. Apesar de não ser perfeito, o Google pode ser uma boa, inclusive indicando a pronúncia de algumas palavras”, comenta a empresária.
Para Virgínia, o melhor resultado de seu trabalho é poder ver o aluno usar a língua estrangeira efetivamente nos negócios, no dia a dia e nos estudos, nos Estados Unidos ou em qualquer lugar da terra. “Por conta do nível de proficiência, alunos nossos ganham o mundo, vão estudar no exterior, seguem carreira acadêmica ou mesmo ganham bolsas em universidades americanas por conta do bom nível de inglês e de habilidades esportivas”, conta Virgínia, satisfeita.



